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Kika Cardoso - Um Coração Pequenino do Tamanho do Mundo






"Conexões de Coincidências Cósmicas"

Qualquer que seja o sentido das coisas, estará na hora certa se conseguirmos ler com olhos de ver os ponteiros dos nossos “relógios internos”.
Depois de muito tempo, existem coincidências fenomenais – decido recomeçar a publicar as minhas entrevistas, do fim para o princípio. Com isso descubro que a Kika e o Raminhos têm o mesmo manager – sim, o tal que me ajudou na entrevista anterior como assessor de imagem aqui da repórter desastrada… :-)
Assim sendo, em 2018 fiz o último post com o meu querido Dr. Raminhos e, por ironia do destino, recomeço com uma amiga comum que pertence à mesma “tribo” – “há horas felizes!”
Gosto de repetir esta frase porque embora pertença a um ou mais jogos, existem realmente horas felizes neste jogo intemporal que é a nascente do rio que transporta, hidrata e une os átomos existentes na linha do percurso de todas as vidas que correm e desaguam no mar.




Telegrama Formato Rápido:
Entrevista confirmada  stop meio ano depois  stop  piquenique de raquetes  stop  viagem de barco  stop  artes confirmadas  stop  partilhas de “amigas instantâneas”  stop  carreira de sonhos com asas  stop  risos de felicidade  stop  disparates alinhados  stop  neverending story life  stop

Oops… este telegrama saíu-me caro. Quem manda ter sempre tanto pra dizer e escrever?! Vou passar ao formato carta em correio verde porque há coisas urgentes a fazer e a vida não espera.
É engraçada a ambiguidade de sentir que o tempo corre a mil à hora e, em simultâneo também termos a capacidade de o fazer parar quando necessário… sim, também nós conseguimos parar o tempo quando queremos – basta saber ouvir as vozes de um coração mínimo que conhece a essência de uma viagem ao mundo gigante e inteiro de cada um.



Desde o primeiro dia, ou antes, noite em que conheci a Kika, que senti ser uma energia em ascenção às estrelas planetárias numa galáxia só dela. “Eishh… que exagero!!” – estarão vocês a pensar! Respeito o pensamento mas continuo a acreditar apenas e só naquilo que senti no primeiro dia! E atenção que, o primeiro “feeling” foi de que ela era muito “jet 7” pra uma “selvagem” como eu. No entanto, depois de a ver a passar música num spot fantástico - Solmar Terrace - onde se improvisou um sun-set quase privado para mais ou menos uma dúzia de amigos bem dispostos, divididos em dois grupos distintos, percebi que a Kika é apenas um coração pequenino do tamanho do mundo inteiro.




À priori pode parecer que a frase não faz sentido, mas faz!
Encontrámo-nos no local marcado, à hora marcada, combinámos o melhor spot para fazermos a reportagem e entrei no seu carrinho branco para voltar até ao meu onde estava todo o material para registo de imagem. Tinha tudo muito bem seccionado e arrumado na mala. Abri uma bolsinha para tirar o telemóvel e… de uma das divisões da bolsa “salta-me” um pacote de açúcar voador que imediatamente se rompeu por obra e graça de “deuses cósmicos” e se espalhou por toda a viatura… sim, tinha de ser! Foi risota geral e pedi desculpa muitas vezes, claro! Ela só ria e dizia “tão bom, tão bom…! Não te preocupes que isto também só tem pêlos da Meggie… estás à vontade, portanto…!” Claro que eu estava muito… pouco à vontade com o sucedido, mas acabei por ficar quando ouvi “depois escreves isto na entrevista!!!” – e pronto, nesse instante fiquei mesmo à vontade e senti-me “em casa”… até porque a Meggie também deve ter aprovado uma vez que parecia sorrir pra mim e para as pintinhas brancas de açúcar espalhadas por todo o lado.

Chegámos ao spot de merendas. Estava um sol fantástico a iniciar uma descida sobre o mar. Espalhámos o material de filmagem e o “lanche apiquenicado” sobre a mesa e após algumas partilhas de conhecimento mútuo iniciei a sessão fotográfica e gravação da entrevista – sim, porque embora os profissionais da área consigam ver aqui uma imensidão de defeitos e falhas, eu considero-me uma “repórter do caderninho excepcional”…! E foi assim que saiu esta “espécie de entrevista” em formato Aldix e “à minha maneira”.




[Entrevista com a devida distância social de segurança]


Posso confirmar que a melhor parte do piquenique ficou só para nós e em off, uma vez termos descoberto alguns pontos em comum. Ah pois! Queriam saber tudo o que falámos?! No way! Ou não teria piada saberem tanto como eu e na verdade, fiz a entrevista para mostrar um pouco do trabalho da Kika e também para me divertir e para nos divertirmos – todos sabemos que rir dá vida, saúde e aumenta o coração.

E, por falar neste órgão vital, quando há pouco falei no “coração pequenino” da Kika, queria dizer que, é por saber que qualquer coração diminui para metade do tamanho quando fica “órfão de amor de Mãe”. No entanto, isso não impede que se consiga viver em pleno na direcção da felicidade e dos sonhos que nos habitam. E é assim que se faz “o caminho”. E foi nesse mesmo caminho que me cruzei com a Kika e nas poucas vezes que estivemos juntas lhe senti um potencial gigante para as artes!

Nem eu sequer imaginava quais eram os seus sonhos e ambições. Só a conhecia por ser a “miúda gira, apresentadora das noites da TVI” onde se dão prémios e adivinham palavras. Também eu lhe adivinhei a maior parte das palavras que a definem. Também eu lhe adivinho o percurso de excelente futura apresentadora em horário nobre, actriz, DJ… etc, etc, porque tem raça de lutadora que não desiste, bem como não abdica da sua liberdade espontânea pelo meio de uma simplicidade genuína que pensa no outro lado do ombro mais próximo do seu.

Acreditem em mim porque mais pareço uma Meggie com “faro artístico” tão apurado e certeiro como os cães polícia no encalce de estupefacientes. Foi com esse “estupefaciente artístico” que consegui visualizar a arte que lhe circula nas veias.
É verdade que terá um longo caminho a percorrer e aprender pela vida inteira até chegar e/ou caminhar por onde sonha. Mas também é verdade que quando se quer muito, sonha muito e, se trabalha muito, as “nossas Estrelas” brindam-nos com o muito que Elas sabem que somos, que nos completa a alma e nos aumenta o amor no coração para abraçar o mundo inteiro.


[Projectos e sonhos de uma Menina/Mulher]


["Conta-me Stories"]



[Experiência "Betclic"]




[*A Mãe Gaivota Jacinta da filha Erica e a filha Alda Gaivota da Mãe Ermentina*]




[A verdadeira entrevista - Battle de Raquetes! :-) ]



Agradecimentos:

*Obrigada Erica pela simplicidade genuína e carinhosa com que abraçaste este meu sonho/projecto e a mim também.
*Obrigada Meggie pela companhia e por todas as bolas que apanhaste e nos devolveste com tanto amor… e baba inocente :-)







IVO CANELAS - On and Off


Numa primeira leitura e para quem não sabe ou ainda não conhece, pode parecer que estou apenas a identificar o nome de um interruptor inserido num painel eléctrico. Mas não! De todo! Estou a tentar falar de uma pessoa, de um actor, de uma vida – afinal, existimos todos numa alternância de “on and off” – são muitas as vezes em que na verdade, mais parecemos um painel de luzes dum quadro eléctrico em curto-circuito, para conseguirmos aceder a todas as solicitações existenciais.
É na verdade, uma tarefa muito difícil para mim falar do Ivo. Tão difícil que ando sensivelmente há ano e meio para o fazer. É muito tempo?! Nem por isso – por vezes o tempo pode ser apenas uma palavra sem medida. A verdade é que me fica sempre complicado falar da vida de alguém como o Ivo Canelas que tanto tem de versátil, carismática e internacional, como de aparentemente linear, simples e que consegue passar-nos a sensação de que tudo é tão fácil e natural de se fazer na representação. 
Além disso esta é a “minha entrevista”, conseguida por meu próprio mérito - em “slow motion” - e agora faço com ela o que eu quiser e quando eu quiser… sem ponteiros acusadores ou direccionados para o relógio dos meus limites (desde que o Ivo me autorize a deixar escrito este meu novo “desenho de palavras” da forma que nem eu mesma sei como vai sair).
Aqui vou eu então começar a viagem na montanha russa ou comboio fantasma:
Talvez por há muito tempo ser alguém tão próximo através de coincidências geográficas e de calendário, bem como ao mesmo tempo tão distante, que já rabisquei em várias folhas perdidas e gastas, dezenas de palavras sobre a sua pessoa e o seu trabalho, para começar esta entrevista de carácter informal feita a 29.04.2015. Sim! Foi a Vinte e Nove de Abril de Dois Mil e Quinze – fica assim escrito como se faz nas escrituras notariais - para que não fiquem dúvidas de que assumo publicamente ser a pior candidata a “entrevistadora”, especialmente quando são pessoas com um percurso artístico que tanto admiro e com quem me sinto mais confortável, seja por questões de amizade ou conhecimento de longa data. Estava de tal forma familiarizada com a sua pessoa que este “tinha de ser um daqueles meus eventos” que estão destinados a correr menos bem, digamos assim – os amigos que me estiverem a ler sabem bem do que falo e da minha tendência natural para o disparate.
Foi portanto, naquele famoso dia 29 de Abril que deixei o Ivo “só” meia hora à minha espera – acabou por ter de almoçar sozinho, à sombra das árvores e a ver peixinhos gigantes numa parede em frente (isto não se faz mesmo a ninguém!) – andei perdida na zona do Restelo, sem GPS, enganada por um polícia com uma indicação errada e, obrigada a fazer uma corrida de fitness (deve ter sido castigo do “pequeno/grande Velho do Restelo” que há em mim!). Quando finalmente cheguei ao destino prometido, tenho a certeza de que lhe ficou a convicção do desastre ambulante da entrevistadora a quem se tinha atrevido a conceder algum do seu pouco e precioso tempo. E pronto! Fora o disparate seguinte do “café sem chávena”, com risos inevitáveis pelo meio e eu, com a induzida “duvideza” (junção de dúvida com certeza) de que a conversa informal já não me estava a correr muito bem… lá acalmei ao mesmo tempo que inspirava e aspirava todo o ar ao meu redor para oxigenação cerebral e assim, poder começar condignamente a debitar curiosidades que há muito gostava de ter esclarecidas.


Para algumas gerações falar de Ivo Canelas, é relembrar o Joca da série televisiva OFura Vidas, onde contracenava com o grande Miguel Guilherme, o saudoso Canto e Castro entre tantos outros actores aos quais nunca poderemos comparar ou quantificar a qualidade do seu trabalho. Foi na verdade, com esta série que teve o primeiro impacto com o facto de se ver numa posição de “figura pública” e reconhecida. Desde essa altura até agora são inúmeros os projectos nacionais e internacionais em que tem participado nas várias vertentes da representação.
No entanto, para mim, é sempre uma curiosidade superior, saber como nasce e como surge o primeiro “click” de qualquer tipo de arte na vida de alguém. Quando pergunto o que se sente e como é ser ainda tão novo e ver-se a fazer parte de um projecto que não o deixou passar anónimo pelo pequeno ecrã, responde firmemente que, “é preciso ter uma base e uma estrutura interior muito fortes e de uma forma bem definida para aguentar o facto de ser constantemente invadido no seu eu”. Impressionou-me deveras a forma como ao falar naturalmente, deixou um recado tão simples mas tão importante e incisivo, às actuais e às vindouras gerações de actores e que não posso deixar de salientar e relembrar:
- “Tão depressa és tudo como és nada! Há que não perder o teu ‘eu’, nem se dissociar daquilo que és, que queres e que tens como objectivos para a tua vida”.
Se pensarmos bem, afinal, estes valores aplicam-se a todos nós, em qualquer profissão ou situação social. É talvez por ter este lema de vida tão bem estruturado e vivido que, apesar do seu enorme e já longo percurso, se tem conseguido manter numa ambiguidade profissional que tanto o mantém um ilustre anónimo discreto, como um actor conhecido e reconhecido com uma enorme versatilidade e carisma. Pode parecer estranho mas é verdade que não foram poucas as vezes que falei do Ivo e foram raras as pessoas que à primeira conseguiram associar o nome ao actor e/ou a uma personagem. Precisam de ir pesquisar primeiro e só depois exclamam um grande “Ahhhhh… já sei quem é!!!”


À data desta nossa conversa estava a saír um projecto com co-produção do Brasil, Italia e Portugal – Estrada 47 – filmado em Itália, dirigido por Vicente Ferraz e no qual personifica um dos milhares de soldados brasileiros que combateram na II Guerra Mundial ao lado das Forças Aliadas, em condições adversas e, onde soldados habituados ao calor se vêm confrontados com as diferenças climatéricas de um país totalmente diferente do seu. Ficam em causa as suas vidas e a forma como sobrevivem ao mesmo tempo que defendem uma “terra de ninguém”, sendo obrigados a ajudar a desminar um campo de minas, enfrentar o inimigo e o sofrimento sobre-humano que lhes é infligido. São inevitavelmente postos à prova como soldados e principalmente como seres humanos. Muito interessante a forma como nos “identificamos e reconhecemos” em situações limite…! Acima de tudo é mais uma realidade histórica da época que muita gente desconhece, bem como uma outra maneira de olhar e ver a forma de fazer cinema destes três países.
É difícil fazer referência a todos os trabalhos de televisão, cinema, teatro e outras vertentes culturais onde já participou mas posso referir alguns tais como Call Girl; Os Filhos do Rock; Florbela; Assim Assim; Shoot Me; A Arte de Roubar; Liberdade 21; Desavergonhadamente Real; O Mistério da Estrada de Sintra, entre muitos outros. Vale a pena fazer uma pesquisa pormenorizada ao IMDb e ir descobrindo sequencialmente o seu percurso desde 1994. Esteve muitas vezes nomeado para melhor actor e foi galardoado com o merecido prémio em alguns deles. 

                                                                                          

Ao perguntar que tipo de projecto mais o alicia, responde que gosta de fazer qualquer coisa desde que seja bom e que goste – sem complexos, menosprezos ou depreciação. Não importa se são séries, filmes, teatro, novelas, etc. Apenas faz mais filmes porque lhe têm aparecido mais projectos nessa área. De qualquer forma assegura de que não é fácil andar sempre a correr de um lado para o outro, saltar de país em país, não poder estabilizar nem assentar raízes. Talvez seja por este motivo que um dia disse numa entrevista a um magazine de um jornal, que já lhe tinha passado pela cabeça deixar de ser actor (algo deste género). Logo que me foi possível, enviei-lhe uma mensagem tipo telegrama a dizer, “acabei de ler o magazine -stop – vou matar-te se deixares de ser actor!!! – stop”. 

Ao ouvir o “outro lado” da sua história de vida, relembrei também de uma reportagem televisiva longínqua onde o Ivo disse uma frase/expressão que me marcou deveras na altura por motivos pessoais, que eu não conhecia mas que me gravou um sorriso no rosto e no coração de tão verdadeira que é, seja lá quais forem os deuses, anjos e santos protectores de cada um. Talvez por isso nunca mais a esqueci – “Deus ri-se dos nossos planos!” E deve rir-se bastante mesmo porque nessa altura ainda eu nem sequer imaginava que o “bonequinho falante do ecrã” da minha casa, seria agora o meu “entrevistado”.
Deve ser mesmo verdade que há um “Sininho” qualquer dentro de cada um de nós a obrigar-nos a tomar decisões importantes que nos fazem crer sermos donos e senhores da nossa própria vontade e, quando nos apercebemos, ao corrermos ao sabor das nossas opções e dos nossos sonhos, somos direccionados quase sempre para o sítio do “nunca imaginei” ou do “quem diria”. E é assim que vivemos constantemente - em “On and Off”. E foi assim também que o actor encontrou a sua forma de terminar o Conservatório Nacional num passado recente, pelo meio de tantos trabalhos, sendo dono de tantas decisões pessoais e profissionais.
Retomando a minha curiosidade pelo “princípio do início”, confessou que tudo começa no teatrinho da escola primária – sim, na 4ª. Classe. Será caso para dizer agora, como é que uma fase tão primária pode ser tão decisiva na vida de uma criança…?! Mas é mesmo! Portanto, cuidado com as nossas crianças – as verdadeiramente pequenas e aquelas que ainda estão escondidas num qualquer canto de nós…!
O seu primeiro contacto com o público foi nas apresentações dos espectáculos do Conservatório mas o verdadeiro trabalho e experiência a sério foi na antiga Feira Popular de Lisboa, na casa assombrada Passagem do Terror, onde se viu obrigado de um dia para o outro a actuar com o risco da acção/reacção uma vez que tinha de lidar com um público “exigente e mal comportado” no bom sentido – era público real, sincero, sem rodeios e, ou gostava ou não gostava e reagia mediante o que sentia – tal como as crianças. Tinha portanto, o desafio de os “agarrar” a todo o instante e isso foi uma enorme escola práctica.
Mais tarde foi estudar para uma Escola em Nova Iorque porque sentia que cá em Portugal estava um pouco limitado e decidiu alargar os seus próprios horizontes. Depois de ouvir um dos seus exemplos experienciados como formas de aprendizagem, eu própria devo ter ficado com um sorriso estranho congelado na face – recordo-me de, por momentos, deixar de o ouvir e ter pensado: “era exactamente aí que eu deveria ter estudado também…e teria usado todas as salas!”
Passo a explicar o que o Ivo partilhou – pode existir por exemplo uma única sala que está dividida em quatro – num lado estão alunos sentados normalmente em carteiras; noutro estão alunos sentados todos tortos e descontraídos - tipo lounge; numa outra divisão os alunos que trabalham melhor em grupo e numa outra ainda, aqueles que só conseguem desenvolver o processo criativo de forma isolada. Na verdade, todos sabemos que cada pessoa tem uma personalidade e comportamento muito diferente e pessoal, com uma vivência muito própria e isso deveria de ser sempre respeitado em qualquer lugar e em qualquer cultura sem danos de qualquer natureza para quem quer que fosse.
Sei que em algumas escolas se fazem experiências idênticas e talvez estejamos no bom caminho porque desde cedo já se dão algumas dessas liberdades às nossas crianças. Seria muito bom que todas elas se transformassem em “adultos bonitos”, bem educados, bem humorados e capazes de também eles saberem rir dos seus próprios planos que possam sair furados… ou não! Acima de tudo, sejam capazes de ser pessoas realizadas e se possível felizes, estejam eles em modo On ou em modo Off.


Voltando a ti Ivo, muito obrigado por seres o Actor que és e também por nos levares com tanto mérito, brilho e qualidade para lá da linha que delimita o nosso País.
(E agora conta lá, aqui para nós, que ninguém nos vê nem ouve… aproveitaste a oportunidade e passaste pelas divisões todas da dita sala da Escola de Nova Iorque, não passaste?! Diz lá a verdade!)


                           [e os peixinhos gigantes continuam a nadar na parede lá atrás... repararam?!]




23 de Dezembro é o dia do seu aniversário - raramente esqueço por também ser um dia importante para mim por outras circunstâncias especiais. Há anos em que lhe dou os Parabéns, noutros esqueço-me por completo porque o tempo me ganha quase todas as corridas.

De qualquer forma, em datas festivas importantes das vossas vidas, não se esqueçam de brindar com "Refrigerantes e Canções de Amor" (argumento de Nuno Markl,  realização de Luís Galvão Teles, interpretação de Ivo Canelas, Lúcia Moniz, Victória Guerra, Gregório Duvivier, João Tempera, Jorge Palma, Sérgio Godinho, Ruy de Carvalho, Marco Delgado e André Nunes). 


Bem que um pouco de essência de refrigerante e amor de bom tom podem realizar verdadeiras obras de Arte.






17.07.2016
Alda Silvestre

[Esta entrevista não foi escrita ao abrigo do novo Acordo Ortográfico por minha deliberada opção, porque não me apetecia descartar o actual inútil “c” da palavra “Actor” por dois motivos – o primeiro é porque acho mesmo a palavra muito mais bonita e “maior” com o “c”, o segundo motivo é apenas porque quando conheci o Ivo ele ainda era um “Actor” e não um “Ator”. Por conseguinte todo o restante texto teria de ser escrito também tal como eu aprendi na escola primária e na 4ª.Classe.]


(Obviamente recebi todas as autorizações "ministeriais"... e principalmente a do Ivo para publicar este post)

* * *

Alda's Translation arriving soon.  Loading for a while... a long while! :-)